terça-feira, 21 de novembro de 2017

Praticando Lettering

Hello!
Encostei as produções pessoais para me preparar pra seleção de mestrado, por isso o blog ficou sem atualização por um tempo. Infelizmente até agora não obtive resultado positivo dos meus esforços. Nesse meio tempo também peguei uns trabalhos pra fazer, mas como eles não foram divulgados, ainda não posso mostrar o resultado aqui.

Nos últimos dias fiz alguns estudos pessoais com lettering novamente. Depois da febre "vintage" na área do design, os serviços de lettering são os queridinhos da vez! Quadros personalizados com uma frase bacana, painel de giz, pinturas em paredes, estampas de camisa - o lettering está bombando!

A saga continua...

Acho lindo e conheço muita gente talentosa trabalhando com isso no mercado. Em todos os posts anteriores sobre o assunto, deixei bem claro que era total fora da minha zona de conforto e que eu tinha vontade de exercitar mais esse lado. Pois bem, cá estou super orgulhosa por conseguir fazer algo decente pra mostrar.

Além do conteúdo disponível na internet para os interessados, existem livros muito bons sobre tipografia e desenhos com giz. Ganhei um livro bem legal sobre "chalk lettering" - letreiramento com giz de quadro negro - que mostra vários exemplos do que se pode ser feito, e quais materiais usar.

Livo muito massa! Vale a pena ter em casa.

O livro está em inglês, mas quem tem dificuldade no idioma não precisa se preocupar, pois ele é todo ilustrado e mostra passo a passo da construção de tudo. Além disso, ele também traz alguns exemplos de estilos de letras para dar uma ajudinha. 

Páginas internas.

Quando tenho oportunidade, gosto de presentear as pessoas com algo feito por mim. E foi numa dessas de presentear que acabei retomando os estudos em lettering.

O primeiro quadrinho que fiz foi para o quarto da minha sobrinha, que na época ainda estava na barriga da mãe. Aguardava ansiosamente a chegada dela e fiz com o coração cheio de amor:

Ideogramas de cima para baixo: verdade, razão e beleza.

Usei o estilo de caligrafia japonesa para escrever os ideogramas que formam o nome dela. O galo no fim do nome representa o ano que ela nasceu (2017), e consequentemente, seu signo no horóscopo chinês.

Os estudos desta semana foram mais "ocidentais" e inspirados no livro que mostrei lá no começo do post. Gastei muito papel e caneta para conseguir definir a composição dos elementos. Ainda não consigo fazer com tanta confiança, então preciso fazer diversos testes antes de pôr a mão na massa de verdade. 

Rascunhos da semana

Para transferir o rascunho para o papel definitivo, usei mesa de luz. Não tenho aquelas canetas coloridas opacas (tipo Posca), então estou usando tinta acrílica, aquarela e nanquim. Por ser tudo feito com pincel, o processo é bem demorado, pois qualquer erro de precisão num traço ou um respingo de tinta no lugar errado pode por tudo a perder... e ter que começar do zero!

O resultado:

Acrílica e aquarela sobre papel.

O quadrinho azul também é presente para amigos queridos que aguardam a chegada da cegonha. Já o quadro laranja é um estudo pessoal. Os bonecos redondos são Daruma - amuletinhos para realizar pedidos e trazer boa sorte pra casa. Ainda não sei o que vou fazer com eles. =P

Em relação às experiências anteriores, acredito estar fazendo progresso e sigo otimista. Você pode rever estudos anteriores clicando aqui. Se tiver alguma sugestão, inclusive, um comentário será super bem-vindo.

Até a próxima! o/

segunda-feira, 2 de outubro de 2017

Produções do Sepiatember

Uau! Já acabou setembro. Mais um mês que passou voando, né? Lá no começo propus o Sepiatember como um aquecimento para o Inktober, então vou postar aqui o que consegui fazer durante este período usando materiais nos tons de marrom. 

Para começar, os primeiros! Duuuh!! Fiz com mais tempo, logo no começo do mês, antes da sobrinha nascer, antes do edital de mestrado abrir, antes dos freelas fecharem...

Primeiros desenhos do Sepiatember

As inspirações para os temas dos desenhos vieram de várias coisas, jogos que estava jogando no momento, estudos sobre arte antiga, documentários assistidos, músicas da playlist etc. 

Sertão, Pokémon e Lettering... constância pura!

Os primeiros desenhos serviram para me ajudar a escolher um material pra trabalhar durante o mês. Como eu tive bem mais tempo no começo, consegui trabalhar em estudos mais demorados com lápis de cor e tinta guache. Depois, passei a usar basicamente marcadores com ponta de pincel (brush) da Tombow e canetinha hidrocor fina (ponta 0.4) da Compactor.

Hidrocor e marcadores.

Eventos específicos das semanas também influenciaram alguns desenhos. Notícias mundiais, eventos de dança, exposições de arte. Cara, setembro foi um mês que deu o que falar! De desenvolvimentos tecnológicos para agricultura à novos produtos de limpeza pra casa, tudo foi parar de alguma forma nos desenhos do sepiatember.

Café, Duchamp, Ganimedes e Cinderella.

A segunda metade do mês foi um pouco complicada para a produção dos desenhos diários. O tempo dividido entre trabalho, estudos, atividades domésticas (infinitas) e família ficou mais apertado. A cabeça nem sempre quer pensar no tempo livre, e poucas vezes consegui ter ânimo pra desenhar no final do dia. Ainda assim consegui espremer os desenhos de coisas legais. 

Cartinhas e convites, anime e lanche da janta, 
teatrinho e banda de j-rock são coisas legais.

Ficou faltando exatamente a última semana do mês, que foi a mais conturbada pra mim em relação à ansiedade, correria pra resolver umas pendências, inscrição no mestrado. Mas enfim, eu fiquei feliz de ter feito pelo menos esses 23 desenhos. Não foi nada muito trabalhoso nem complicado de ser feito, mas foram estudos que, por mais simples que pareçam, com certeza me acrescentaram conhecimento.

Agora é ficar de olho no Inktober! Não sei o quanto vou conseguir participar, mas quero deixar uma contribuição. Desde criança desenhar é uma paixão e uma das minhas atividades favoritas. Até nos momentos de "fossa epiritual", o que me ajuda a melhorar, na maioria das vezes, é preencher um papel com algum desenho. Participar desses eventos, em que várias pessoas estão ali desenhando juntas, me entusiasma pra caramba!

Vamos desenhar?
Até a próxima! o/

quarta-feira, 20 de setembro de 2017

Sarah Kali

Setembro chegou, chegando! Pensei que seria um mês calmo, mas a agitação não pára. O edital do mestrado pra artes abriu, finalmente, e estou estudando; minha primeira sobrinha nasceu, e agora sou tia Nane chan; tive oportunidade de participar na organização da II Mostra de Dança no Estilo Cigano aqui no estado; fora os freelas e o sepiatember... uau! Muita coisa pra pouco mês.

Fico muito inspirada e empolgada para produzir quando me exponho a situações que envolvem arte. Além de ter participado do evento de dança, nesta semana ouvi e assisti a entrevistas com artistas locais e vi documentários sobre história da arte internacional e brasileira. Corri pro cavalete e esbocei uma Santa Sarah Kali - a santa cigana!

Esboço com pastel seco sépia // esboço realçado com grafite

A intenção era usar guache, fazer algo mais marcado de pinceladas, mas pra minha surpresa as tintas estavam bem ressecadas. Recuperar as tintas me tomaria um bom tempo, - que eu não tinha no momento -, daí veio a ideia de usar o pastel oleoso mesmo.

Tenho feito muitas coisas com pastel oleoso, e embora eu não domine completamente as técnicas, já me sinto bastante à vontade com o material.

Compartilhei o resultado com meu primo, que é artista plástico e trabalhou com restauração de imagens sacras, e ele me deu algumas dicas para melhorar a expressão facial. A Santa Sarah Kali, por ser uma figura religiosa, precisava ter uma feição mais tranquila, então sugeriu mudanças nos olhos e na boca da figura.

Antes e depois dos ajustes.

Fiz em papel layout branco, 180g/m², no formato A3. Usei praticamente todas as 36 cores do estojo de pastel oleoso da Pentel, mas quis que prevalecessem as cores da bandeira cigana no desenho: verde, azul e vermelho. E claro,o tom de pele mais castanho e os traços étnicos da Sarah Kali, que é indiana (dizem), também deveriam ser evidenciados. 

Figura finalizada e detalhes.

Está aí o resultado do estudo. Tirei foto de detalhes da textura do papel cheio de giz oleoso pra mostrar como foi feita a sobreposição das cores. 

Por hoje é só, porque ainda tem muito desenho do sepiatember pra fazer.
Abraço, e até a próxima! o/

segunda-feira, 11 de setembro de 2017

HQ - As tirinhas do grilo

As tirinhas que fiz durante o mermay acabaram continuando depois, quando percebemos que alguns dos acontecimentos aleatórios e verídicos da vida poderiam divertir mais pessoas, se contados da forma certa. Desta vez, vou postar aqui a segunda leva que prometi: um arco super despretensioso sobre o aparecimento de um grilo na minha casa, mas que causou muita risada nas rodinhas de amigos e reuniões familiares.

Moramos em um apartamento que fica beeeeem no alto, penúltimo andar, e como a natureza é incrível e não pára de nos surpreender, um belo dia achei um grilo vivo e saudável na janela do quarto. 






Gosto bastante de bichinhos, até desses mais estranhos que ninguém costuma gostar. E com "pena" ou "vontade de proteger", acabo fazendo coisas meio insanas e estúpidas como preparar café da manhã pro grilo. Quando ele apareceu na janela, minha primeira reação foi pegar pra levá-lo, com segurança e de elevador, até o jardim do condomínio. Acontece que o grilo, óbvio, me viu como ameaça e começou a pular pela casa toda.

No fim das contas, ele passou 3 dias na varanda, se alimentando de um pé de hortelã (embora eu realmente tenha deixado frutas e aveia pra ele lá). Depois disso, nunca mais o vi. =/

É isso por hoje. Assim que tiver mais, postarei por aqui.
Até a próxima! o/

sexta-feira, 1 de setembro de 2017

Sepiatember 2017

...tember

Sepiatember?
Em 2014, fiz parte do MDC - um grupo de desenhos com desafios mensais. Inspirado no trocadilho do Inktober do Jake Parker, o desafio de setembro daquele ano teve como tema o "Sepiatember" (uma brincadeira com o nome september = setembro, em inglês). Isto é, durante o mês deveríamos produzir desenhos usando paleta de sépias (marrons), usando qualquer material que quisesse.

Com o passar do tempo e com os novos compromissos das pessoas do grupo, o MDC desacelerou um pouco e paramos com os desafios mensais. No entanto, sempre que conseguimos reunir, compartilhamos exercícios e experiências. Mas eu gostei tanto da brincadeira do Sepiatember em especial, que resolvi continuar e trazer de volta agora em 2017.

O que muda?
Neste ano, em vez de um grande exercício durante o mês, vou tentar me desafiar com um desenho para cada dia do mês, ou seja, 30 desenhos usando materiais na cor marrom.

Trabalharemos muito neste mês.

Geralmente eventos assim seguem uma lista de sugestão de desenho para cada dia, né? Confesso que não pensei nisso direito... Tons de sépia me lembram aquelas fotos antigas, então talvez uma pegada mais saudosista possa orientar as produções. Quem sabe?

Em relação aos materiais, fica totalmente livre. Além dos tradicionais para desenho e pintura, está aberto trabalhar com colagens, fotografias etc.

Venha comigo!
Cenas de filmes que gostou, personagens de desenho animado que viu quando criança, livros e quadrinhos que leu na escola, lugares que visitou... Dá pra fazer uma listinha bem grande com cada um desse tema. Também pode ser qualquer outra coisa que quiser! xD

Fica aqui meu convite para se exercitar um pouquinho todo dia de maneira criativa e divertida. Além de aquecer os motores para o Inktober mês que vem.

Ao compartilhar suas produções em redes sociais ou blog, use a hashtag #sepiatember, ok?
Até a próxima! o/

quinta-feira, 31 de agosto de 2017

Cavalete de pintura

Estou aqui com um sorriso que dá a volta na cabeça, de tão grande! Acabei de montar meu cavalete de pintura. Os dedos estão cheios de calo de apertar parafuso, mas valeu muito a pena. Há um bom tempo queria arrumar um pro atelier, e hoje sinto que meu "ambiente de trabalho" está com a mobília completa. rs

Não sou de gravar vídeos, mas tirei fotos abrindo a caixa e montando as peças para mostrar como é. Existem vários tipos e marcas no mercado. Esse meu é o de 1,5m da marca Souza, com preços por aqui que variam entre R$60 e R$80, depende do modelo e tamanho.

Processo importante antes de iniciar qualquer montagem.

Li várias vezes o manual, separei as peças de madeira e os parafusos todos na mesma sequência mostrada no papel. Fazer isso é importante para ver se todos os itens descritos no manual vieram na caixa, e pra você poder saber quais ferramentas serão necessárias durante o trabalho. Precisei de chave de fenda e chave philips, o kit já veio com uma chaveta.

Detalhes da montagem.

Foi mais ou menos por aí que eu percebi que montei umas coisas do jeito errado! Sabe quando sobra um parafuso e você não sabe de onde é e tem que reler o manual todo pra achar onde ele deveria ir? Então, eu reli várias vezes e fui remontando mentalmente pra saber onde tinha errado. Acontece que as peças tem maneira correta de encaixar, e eu não prestei muita atenção a esse detalhe. Desmontei boa parte das coisas e recomecei, o que explica as bolhas nos dedos.

Não reparem a bagunça, por favor...

Por fim, tirei da sala e coloquei na atelier, mas com certeza ele vai acabar visitando outros cômodos da casa. Vi umas fotos agora no site do Souza e percebi que o meu cavalete ainda tá montado errado, mas é coisinha de detalhe. Assim é mais a minha cara.

Bom, acho que todo mundo que gosta de artes se imagina usando um cavalete de pintura. Vemos a pompa dos artistas nos livros e na TV e a imaginação viaja. A primeira vez que usei um foi na universidade, durante as aulas que tive no departamento de Artes. Os da UFES não são tão glamouroso quanto os dos filmes, mas eu me sentia tão contente neles! É indescritível. Tô felizona!!

Obrigada, Papai Noel, por passar mais cedo este ano!

Vou lá brincar agora. Até a próxima! o/

quinta-feira, 17 de agosto de 2017

Treinamento é fundamental!

Ei, tudo certo? Desenhando bastante?
Voltei a trabalhar em casa, e entre um serviço de design e outro, sempre aparece ilustração para fazer. Caricaturas, mascotes, quadrinhos, os desafios que aparecem são muito gostosos de resolver.

Algo que tanto iniciantes quanto profissionais mais experientes nesta área precisam saber é que se exercitar constantemente é fundamental. Gosto de fazer o paralelo com jogadores de futebol, que ficam a semana toda treinando entre os jogos. Assim somos nós, desenhistas. Precisamos treinar todos os dias, mesmo sem um trabalho em vista, para virarmos craques!

Dia desses vi este post no Caixola que falava exatamente sobre prática de acabamento em linhas usando desenhos que foram descartados ou que foram rascunhos despretenciosos. Empolgada com a dica, e com o vídeo maravilhoso da Joyce passando uma brushpen no desenho, catei uns rabiscos antigos para finalizar à nanquim.

Gender bender da Mary Poppins. 

Estudo em nanquim, com base em foto do vocalista da banda One Ok Rock.

Algumas pessoas não entendem muito bem essa nossa necessidade de desenhar sempre, não é? Existem aqueles aspirantes a ilustradores que querem saber desenhar bem do dia para a noite; e aquelas pessoas (normalmente os parentes que te aconselharam o vestibular para medicina) que acham que a gente fica rabiscando o dia todo por falta do que fazer. É engano pensar assim.

Desenhar é uma maneira da gente treinar e aguçar um monte de capacidades intelectuais de forma prazerosa. Matemática, raciocínio lógico, equilíbrio, proporção, direcionamento de atenção, física, anatomia (humana, animal e vegetal); percepção de texturas, planos e profundidades; criatividade e capacidade de resolver problemas. A lista é bem grande.

O olhar de desenhista é quase um superpoder!

Não quis assustar ninguém com a imagem acima! É puramente motivacional, galera. xD

Confesso que ainda fico bem chateada quando fazem descaso da minha profissão (às vezes até sem querer - parentes fazem muito isso), mas hoje tenho conhecimento na área e maturidade o suficiente para não me deixar abalar tanto.

Pra variar, comecei o post falando de uma coisa e fui mudando ao longo do caminho. Mas acredito que tenha por aí quem se identifique com o que eu escrevi aqui, e espero ter ajudado de alguma forma. Enfim, vamos continuar treinando, ok?

Até a próxima! o/

quinta-feira, 10 de agosto de 2017

Prancheta de papel paraná

Olá! Desenhando muito?
Estou trabalhado em casa, e quando tenho um tempo entre um serviço e outro, procuro fazer exercícios de desenho. Tanto os tradicionais de observação quanto teste com materiais.

Meu primo, que é artista plástico, me sugeriu desenhar ao ar livre também, ir para um parque e fazer estudos lá. Achei a ideia muito boa, e cheguei a sair de casa com esse propósito algumas vezes, mas esbarrei em uma pequena dificuldade: falta de apoio para desenhar.

Nãããão, não me refiro a apoio moral. Estou falando de suportes como pranchetas ou cavaletes. A única prancheta portátil que tenho é aquela de escritório, tamanho ofício, sabe? Que prende o papel em cima e talz. São bem úteis, mas acabam me impossibilitando fazer estudos em formatos maiores, como A3, por exemplo.

Cheguei a procurar algumas mais voltadas à desenho na internet, achei vários modelos de pranchetas e cavaletes, de vários preços diferentes... mas o que fez meus olhos brilharem foi uma dica do canal de artesanato Maria Amora, que ensina a fazer uma prancheta com papel paraná!


Esse canal tá cheio de coisa maneira pra fazer com papel.

Mas ó, pera lá! A ideia da prancheta de papelão (ou papel paraná) é uma solução para quem precisa transportar isso pra lá e pra cá, como eu pretendo fazer. É algo leve de se carregar, não vai me causar desconforto, e eu posso guardar em algum cantinho da casa.

Em meu humilde atelier tem uma mesa de luz com inclinação própria para trabalhar com desenho. Então, se você pretende montar uma estação de trabalho adequada, ainda que um pouco mais caro, sugiro investir em materiais duráveis para isso. Mesas ou pranchetas que vão te acompanhar por um bom tempo! 

Nas pesquisas que fiz em relação a custo x benefício, achei a marca Mocho Artes, que oferece pranchetas dobráveis e portáteis, de tamanhos variados, feitas com MDF. No youtube tem vários vídeos com review, eu assisti a este aqui do Canal Crás Conversa.

Espero que tenha curtido a dica. Fico por aqui.
Até a próxima! o/

segunda-feira, 24 de julho de 2017

HQ - o início das tirinhas do #casalchan

Hoje vou postar aqui algumas das tirinhas que andei fazendo - e que quando posso, continuo produzindo - baseadas em acontecimentos da minha vida. Quando ficam prontas, vão para o Instagram, mas como elas são sequenciais, acredito que lá não seja a melhor ferramenta para visualizações posteriores. Por isso, postarei aqui também.

Vou começar pelo arco do #mermay - movimento em que vários artistas desenhavam sereias durante o mês de maio (mer, de mermaid: sereia, em inglês; may: maio, em inglês). As tirinhas começaram quando percebi que as sereias que eu estava desenhando não eram... hmm... sereias "de verdade".





Espero que tenham gostado.
A sua vida também renderia uma série em quadrinhos? Aposto que sim. rs
Até a próxima! o/


quinta-feira, 6 de julho de 2017

Casal em nanquim

Oi oi oi...
Quem tem dificuldade de desenhar em um A3 levanta a mão. o/

Falei no post anterior da importância de desenvolver o gestual desenhando em formato maiores. É um desafio e tanto, mas depois que a gente se acostuma ou aprende uns "truques", a coisa fica bem mais simples. Recentemente tenho trabalhando em projetos de desenho muito legais que exigem tamanhos diferentes dos que estamos acostumados. Hoje vou falar um pouco sobre o desenvolvimento de um desses desenhos, e explicando a importância de ter um planejamento prévio.

Sketchbook.
Nada mais nada menos que o nosso famoso caderninho de rabiscos, onde as ideias devem ser anotadas, onde os estudos podem ser feitos, sem preocupação se o que você está fazendo lá vai virar uma obra prima. Antes eu ficava com essa paranoia de "ahh, tenho que fazer só desenhos lindos no meu sketchbook"... Na moral? Se você tá assim, desapega desse pensamento e seja mais feliz. rs

No projeto que vou detalhar, tudo começou com um pequeno esboço no caderno, como pode ser visto na imagem abaixo.

Página do sketchbook com a ideia // detalhe

A minha preocupação nessa miniatura foi basicamente estrutural, pois precisava fazer um desenho em formato maior depois, um A3 (29,7cm x 42cm). Então, no primeiro rascunho houve definição de enquadramento, composição, equilíbrio... essas coisas.

Rascunho, esboço, rafe... chame do que quiser.
Esportistas treinam antes dos jogos, bandas ensaiam antes de apresentações, assim como desenhistas esboçam antes de desenhar. É assim que a gente consegue um resultado mais seguro do que fazemos.

No desenvolvimento do projeto, meu segundo rascunho foi feito com o objetivo de passar a ideia inicial para o tamanho final. Precisava testar se o que foi idealizado na miniatura funcionaria na escala maior antes de sair gastando papel e nanquim com tentativa e erro.

Segundo rascunho, em tamanho final.

Sobre formatos: o A3 é o dobro do A4, daí, pra não ficar gastando papel de tamanho especial com rascunho, juntei duas folhas de papel A4 com fita adesiva transparente para poder rascunhar. Nesse esboço eu já tive noção melhor de como a composição se adequaria ao formato final, o que poderia ser valorizado e o que deveria ser descartado.

Desenho limpo e finalização.
Com ajuda da mesa de luz, fiz um desenho limpo à lápis. Isto é, passei para o papel apenas as linhas importantes do rascunho, bem de leve, para trabalhar o nanquim depois.

O desenho limpo já foi feito em papel especial, alta alvura (nome chique pra "muito branco"), liso, formato A3. Depois passei o nanquim por cima das linhas usando pincel fino. No preenchimento de grandes áreas pretas, usei pincel maior.

Resultado.

Desenho pronto, emoldurado e entregue ao casal, que ficou feliz e deixou compartilhar o processo todo aqui no blog. Muito obrigada!

Rascunhar, testar, estudar, fazer e refazer é cansativo, mas precisamos muito disso para conseguirmos um bom resultado do desenho que pretendemos entregar. Eu sei que os mais ansiosos gostam de fazer tudo de uma vez, de primeira, rápido... Mas quanto mais tempo e carinho a gente dedica a um projeto - seja ele qual for -, mais qualidade terá.

Espero que tenham gostado. Qualquer coisa, já sabe, né? Deixe um comentário ou envie um e-mail para o endereço ali no perfil. Vamos compartilhar nossas experiências.

Até a próxima! o/

quarta-feira, 21 de junho de 2017

Giz de cera sim, por que não?

Da primeira vez que falei sobre os gizes de cera aqui no blog, ele estava no contexto de um post sobre definição de crayon. Desta vez, vou dedicar mais uns parágrafos a esse produto que comumente é "desvalorizado" por quem considera apenas um material escolar infantil - privando-o, por preconceito ou por desconhecimento, de todas as outras possibilidades artísticas que proporciona.

Minha caixa de giz de cera.

Quando decidi usar a caixa de gizão de cera fazendo desenhos no meu caderninho 20x20cm, fiquei frustrada com o material. "Essa porcaria não me deixa trabalhar detalhes" - pensei. Mas acontece que, perdoem-me o trocadilho, eu estava pensando pequeno. Podemos apontar lápis de cor para que a ponta fininha nos possibilite detalhar coisas em espaços pequenos, e quando me toquei que o tamanho da superfície que estava usando para trabalhar com gizão de cera era inapropriada para o nível de detalhes esperados, tudo fez sentido.

Nós, desenheiros, costumamos fazer desenhos pequenos. São vários motivos que nos levam a cair nessa vala: comodidade, economia de material, formato dos sketchbooks... E esquecemos, ou simplesmente não julgamos importante (pelos mesmos motivos listados à pouco) desenhar em formatos maiores. 

"Ah, Nane, mas papel grande é caro...". Olha, fui a uma papelaria escolar semana passada e consegui garimpar bloco A3 com 20 folhas, 140g/m², por R$6, e A4 por R$2. Gente, doooois reais! É super acessível e eu não preciso ter dó de gastar material para fazer esses estudos. \o/ Sai pra garimpar também!

Exercícios de desenho com giz de cera.

Agora estou usando formatos A4 e A3 para exercícios com giz. Percebi que a mudança contribuiu na melhora dos resultados, na maneira com a qual consigo perceber e trabalhar figura e fundo, em como elaborar estratégias para não usar linhas de contorno em desenhos - trabalhando massas de cor, em como combinar as cores para obter novas nuances. Fora que exercita também nosso gestual, isto é, em formatos maiores, além do pulso também precisamos movimentar outras partes do braço para conseguirmos traçar ângulos ou linhas mais compridas.

Mistura/sobreposição de cores para obter novas cores.
Esquerda: Busuzima, de Bloody Roar 2. Direita: Link, de Zelda - Breath of the Wild

Outra praticidade do trabalho em giz de cera é poder fazer desenhos rápidos. Até mesmo quando queremos dar um acabamento melhor na pintura, preencher grandes espaços no papel, etc. Os desenhos acima foram feitos enquanto jogava videogame, coisa de poucos minutos. Se eu fosse tentar fazer o mesmo desenho usando lápis de cor para preencher, acho que demoraria dias!

Sem contar que o processo todo é uma terapia. Levar a caixa de giz ao parque, ou até a varanda e desenhar despreocupado com os padrões e normas formais do desenho de observação é libertador. Claro que as normas e os padrões são importantes para nosso aperfeiçoamento, mas é preciso treinar o desapego, pois às vezes a preocupação excessiva faz com que a gente entre em um estado de bloqueio.

Etapas de desenho em formato A3, usando giz de cera de linha escolar.

Enfim, encerro o post com esse desenho em A3, o maior (e talvez o mais colorido) que fiz até agora com giz. Não é um produto caro que vai te fazer ser bom ou ruim, precisamos explorar as possibilidades dos materiais que temos. 

Até a próxima! o/

domingo, 28 de maio de 2017

Xilogravura

Hoje vou falar um pouquinho sobre minha experiência dessa semana. Entalhes em alto relevo em madeira é um sistema de impressão bem antigo e que, mesmo com o avanço das tecnologias e dos maquinários, é usado até hoje. Xilogravura nada mais é do que gravura em madeira.

Para trabalhar com essa técnica, precisamos de ferramentas específicas, como goivas por exemplo, que servem tanto para entalhar quanto para esculpir. Basicamente são hastes de madeira com diferentes lâminas de metal para entalhe nas pontas. Normalmente são vendidas em conjuntinhos, mas em alguns lugares podem ser compradas avulsas. Outro material necessário é uma placa de madeira macia.

Conjunto de goivas.

Na foto acima podemos observar as diferentes goivas. Cada tipo de ponta possui uma finalidade diferente - sulcar, riscar, aparar... A placa de madeira usada foi MDF 5mm, que é bem baratinho e fácil de encontrar em lojas de material para artesanato. Outro substrato macio e bastante usado, porém mais caro e mais difícil de encontrar, é o linóleo.

Bom, com as ferramentas separadas, precisei apenas escolher um desenho simples para transferir para a madeira. A transferência pode ser feita com carbono, ou papel de seda. Pode desenhar diretamente na madeira também, se preferir. É só ter ciência de que na impressão, o desenho ficará invertido.

Rascunho do meu tubarão.

Desenhei um tubarão para essa experiência. O mês de maio veio com a #mermay, e mergulhei de cabeça nos desenhos sobre o fundo do mar. rs

Processo de entalhe.

A finalização é igual a do post sobre gravura em borracha. Depois que o desenho for esculpido, basta entintar a superfície com auxílio de um rolinho e "carimbar" o papel. Na verdade, o termo que considero mais apropriado para isso é "imprimir", pois essa é uma técnica de impressão.

Ilustrações da literatura de cordel são xilogravuras, e sua estética é bem característica. Vale a pena dar uma olhada para caçar referências e se inspirar. 💗

Até a próxima! o/

terça-feira, 16 de maio de 2017

Recorte e colagem - A margarida friorenta

Oi, tudo joia?
Essa semana desbravei o mundo dos recortes e colagens. Tanto na plataforma Behance quanto nos perfis do Instagram, achei artistas e designers trabalhando com diversas técnicas com papel em seus projetos: quilling, mosaicos, origami, kirigami.... Uma porção de coisas lindas!

Esquerda: wingfy // Direita: Cyla Costa

A imagem acima mostra um perfil no Instagram e um projeto no Behance que me deixaram bastante empolgada. Se quiser visualizar melhor cada um, linkei os projetos nas respectivas legendas, é só clicar.

Não tenho afinidade com esse tipo de técnica, nem tive oportunidade de trabalhar ainda em um projeto que permitisse essa experiência. Mas fiquei tão entusiasmada, que resolvi fazer uma experiência rápida por conta própria, com base nas ilustrações de um livro que li na infância.

Capa do livro A Margarida Friorenta

Não sei se esse livro era da minha mãe ou da minha tia, mas eu lembro que adorava ficar olhando as ilustrações dele (feitas por Lila Figueiredo) e tentando copiar. Conta a história de uma margarida que sentia frio durante a noite no jardim, e que com a ajuda da Borboleta Azul conseguiu entrar na casa de uma garotinha chamada Ana Maria. Escolhi a página em que a margarida e a borboleta conversam para base do estudo.

Página escolhida e anotações sobre o que deveria ser feito.

Foi difícil pra caramba trabalhar com recorte e colagem. Cortei muita coisa errada, colei meus dedos todos, passei um tempão brincando de homem aranha desgrudando cola da mão... Foco zero. Como eu não conhecia a técnica nem tinha as ferramentas necessárias para deixar o processo mais rápido, passei o dia inteiro fazendo essa ilustração. Confira o processo:

Tentativa de cenário.

Fiz várias camadas de papel recortado para simular as ondas de tremedeira da margarida com frio. A ideia seria encaixar a margarida nesse fundo. O problema é que exagerei nas proporções da flor e o resultado não ficou muito legal...

Tentei consertar colocando um outro fundo por trás de tudo, mas não gostei.

No post anterior eu falei que precisamos desapegar do testes, lembra? Aí eu desapeguei disso, desmontei quase tudo e segui em frente com um plano B.

Resultado do estudo.

Esqueci de fotografar o processo da borboleta. Foi praticamente a mesma coisa, recortes, colagens, e as manchas nas asas eu fiz com tinta branca.

Aplicação em uma moldura.

Se eu fosse repetir, ou trabalhar em melhorias, acho que mudaria novamente a solução do efeito de tremida. Ainda não fiquei satisfeita com ele. Acho que se fizesse aquelas camadas do começo, numa escala maior, ficaria mais bacana. Infelizmente o papel nessas cores do fundo acabou e não dá para repetir o processo. Vai ficar pra outro dia. rs

Ter me arriscado a fazer esse estudo me fez perceber que eu não sou tão sem jeito como pensei. Até que ficou legal. Claro que, tendo material correto e um prazo decente, é possível fazer algo melhor. Valeu super a pena essa tentativa de sair da zona de conforto e trabalhar com colagem.

Penso também que, além do rico uso na publicidade ou como ilustração de livro, essas técnicas são um ótimo exercício para se fazer com crianças em casa ou na escola. Estimula percepção de cores e das formas, trabalha mudanças de planos, faz entender o comportamento de luz e sombra nas superfícies... Fica a dica!

Espero que tenham gostado.
Até a próxima! o/

quarta-feira, 10 de maio de 2017

Coloridos fantásticos e onde habitam

Na vida de quem desenha existem problemas diferentes que pessoas normais não entendem, como por exemplo o medo de estragar um desenho pintando errado. Quem nunca deixou um desenho em preto e branco com receio de colorir e se arrepender? A pessoa que consegue passar o nanquim já é bem corajosa, né? rs

Antes de ter uma mesa de luz, ou os outros recursos digitais que tenho agora, ficava com medo de perder um desenho e acabava não evoluindo as etapas dele. Claro que existem excelentes técnicas de desenho finalizado somente à lápis, ou à nanquim, etc, mas não podemos usar técnica como desculpa para não transpor barreiras.

Pensando nisso, resolvi fazer um cappuccino com três dicas de como tornar esse processo de "desbloqueio" mais fácil. Tá tudo detalhado, o post vai ser gigante, mas espero que goste.

1. Leia sobre teoria da cor
Há um bom tempo, um camarada chamado Isaac Newton, conhecido pela história da maçã e gravidade, descobriu que um prisma era capaz de dividir a luz em um espectro de cores. Pensou que foi Pink Floyd com a capa de dark side of the moon? Não. Foi Isaac Newton mesmo. Sabe como é, né... Na época não tinha Netflix nem Facebook, então as pessoas acabavam fazendo esse tipo de coisa pra passar o tempo.

Voltando ao que interessa, essas cores são as cores do arco-íris, e Newton as organizou em um disco, na seguinte ordem: vermelho, laranja, amarelo, verde, azul, anil e violeta. Esse experimento originou o disco cromático que usamos em artes, porém, o de Newton fragmenta a luz branca em cores, e o outro disco estuda a mistura das cores pigmento (magenta, amarelo e ciano - também conhecidas como cores primárias) para obter as cores derivadas.


Fiz esse disco cromático para melhor entendimento do que seriam essas misturas de cores. Cores secundárias são as cores obtidas nas misturas entre as cores primárias. As cores terciárias, por sua vez, são obtidas entre as misturas de primárias com secundárias.

Agora, vou apresentar o esquema de relação entre as cores desse disco. Existem dois tipos principais de relações entre as cores: analogia e complementariedade. Cores análogas são aquelas que possuem estrutura parecida em relação à composição, ou seja, uma série de cores que possuem uma cor base em comum. Um jeito mais fácil de entender é olhando o disco. As cores "vizinhas" são sempre análogas, harmônicas entre si.



Já as cores complementares são aquelas opostas no disco cromático. Isso quer dizer que é uma cor formada por duas cores primárias, menos a cor que compõe a sua oposta. Bagunçou... Vou dar exemplo: roxo é complementar do amarelo, ou seja, a mistura que se tem para obter a cor roxa leva todas as cores primárias, menos amarelo.


Para explodir a cabeça agora, heim: existem ainda as cores semi complementares, que são as cores análogas da cor oposta. A cor complementar de roxo é amarelo; laranja, que é análoga de amarelo, é uma cor semi complementar de roxo. Entendeu? O uso de semi complementares possibilita contrastes mais suaves em uma composição.

E por último, não menos importante, a relação entre temperatura. "A máxima prevista para o azul nesta tarde é de 20°C com mínima de 15°C" Nããããoooo.... Não é isso! As cores podem ser classificadas entre cores quentes e cores frias.


A classificação entre quente e frio vem lá da Física, com o comprimento de onda das cores. Quanto maior, mais quente, e quanto mais curto, mais frio. Dúvida? Pensa nos dois cenários: um deserto de areia e montanhas nevadas - qual é quente e qual é frio? Qual a paleta de cores de cada um?

Observe estas imagens do concept art do filme O Rei Leão:

Do artbook - The Art of the Lion King

Na imagem da esquerda, as cores complementares foram usadas para destacar figura e fundo de uma cena alegre, em que as cores análogas e quentes dão ênfase a um momento feliz e divertido do filme. Na imagem da direita, uma paleta com cores análogas e frias foi usada para deixar o cenário do cemitério de elefantes sombrio e assustador.

Com base nesses conhecimentos sobre cores, você pode montar a sua própria paleta para colorir seus desenhos. Pense na sensação que quer passar, pense nas características do seu personagem... o que nos leva a dica número dois.

2. Faça cartelas de cores
Que materiais você tem em casa para colorir? Não importa se é tinta, canetinha, lápis de cor, todo material de pintura tem o mesmo valor e peso quando sabemos explorar as possibilidades. O primeiro passo é preparar uma cartela de cor para consultas.

Nem sempre a cor que vemos no bastão de lápis ou na tampa da canetinha corresponde exatamente a cor do pigmento que é deixado no papel. Para isso, é importante fazer um guia com nome e amostra de todas as cores que você tem.


Construir e consultar a cartela de cor faz com que a gente saiba exatamente como o material vai se comportar no papel e quais misturas precisamos fazer pra chegar a uma determinada cor ou algum efeito. O risco de fazer cagada besteira é bem menor.

3. Tente desapegar
Terceira e última dica é desapegar. Se você teve competência para fazer um desenho maneiro, com certeza vai ter competência para refazer. Falo por experiência própria que refazer uma criação ou replicar é sempre mais rápido do que criar do zero.

Não tenha medo de errar, pois aprendemos com os erros também. Faça desenhos menos importantes para poder praticar uma técnica nova. Ou ainda, compre um daqueles livros de colorir (ou aquele volume repetido de mangá que você comprou jurando que ainda não tinha). A cada página experimente uma técnica nova, combinações de cores, combinações de materiais... e ao final, você vai ter um livrinho cheio de referências do que fazer, e também do que não fazer.

Olha quanta coisa disponível no mercado!

E aí, gostou? Se você tiver mais dicas, dúvidas, ou quiser contar sua experiência no assunto, deixe um comentário, por favor. Ajudará bastante. =D

Nos vemos no próximo post. Até logo! o/