Ai gente... começando mais uma postagem com um suspiro. XD
Hoje rolou uma coisa tão broxante, tãooooo broxante, que eu preciso compartilhar essa frustração aqui com vocês. Desta vez, acompanhada de um chá de camomila, e não de um cappuccino.
Lá em 2021 eu inventei começar a pintar com tinta à óleo. E em vez de começar a comer pelas beiradas, resolvi fazer uma pintura enooooooooooooooorme no papel paraná. Enfim, empolgadona.
Agora corta pra 2024, quando foi preciso empacotar tudo e mudar de casa. E depois da mudança, empacotado ficou! Não só a pintura, mas todos os meus materiais de desenho/arte ficaram encostados aqui num canto (veja o post
Sem Espaço ). Daí hoje, nem lembro o porquê, fui pegar um pedaço de papel paraná e vi uma cidade inteira de traças correndo nele. Entre os papeis, quem estava? A pintura.
Além do dano causados pelas traças, tinha estrago causado por umidade. Dias desses o chão da sala foi lavado (lavado mesmo, com água, sabão, puxando com rodo...) e molhou. Só notei hoje.
Acima, imagem da meliante!
Encarei como um sinal do universo para o exercício de desapego. Chamei a minha criança pra ver as traças correndo no papel, rimos juntas daquele caos; aproveitei pra ensinar que esse bicho come papel e roupas e que deveríamos fazer de tudo pra não tê-las em casa. Por fim, rasgamos a pintura e os outros pedaços de papel paraná que estavam juntos.
Quando postei nos stories do Instagram, muita gente veio falar que poderia ter salvação, que tinha jeito de recuperar... E realmente teria como dar uma ajeitadinha sim, mas demandaria um tempo de dedicação que no momento eu não tenho. As prioridades ainda são outras.
Falando em prioridades, uma delas acabou de acordar da soneca. Preciso ir. Até a próxima! o/
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