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domingo, 19 de julho de 2020

DIY - Fiz meu próprio baralho de Hanafuda

Faaaaaala, galera!
Recentemente me viciei em um jogo de cartas japonês chamado "koikoi" (こいこい - "venha, venha"), que é jogado com um baralho floral chamado "hanafuda" (花札). O baralho tem 48 cartas dividas em 12 grupos que correspondem aos meses do ano, com 4 cartas para cada mês. As cartas possuem valores diferentes e o jogo consiste em fazer pontos formando determinadas combinações (yaku). 

Comecei jogando pelo computador com o meu amigo Luki (@luki0_official), mas daí a gente resolveu ensinar o jogo para outras pessoas, e foi necessário ter as cartas no meio físico. Então, para evitar sair de casa em tempos de pandemia, fiz do zero meu próprio baralho de hanafuda.

Começo dos desenhos.

Peguei referência de imagens na internet para poder desenhar as cartinhas. Adaptei o que foi possível considerando os materiais que tinha em casa. Usei basicamente caneta nanquim em marcadores sobre papel gramatura 180g/m².

Cartinhas todas desenhadas.

Depois de desenhadas, pintei o verso do papel com tinta PVA preta, e só então recortei todas elas. Veja na imagem abaixo como ficou:

Tudo pronto! Vamos jogar.

O processo todo foi bem divertido e manteve minha cabeça ocupada; jogar também tem sido um ótimo passatempo aqui em casa durante esses dias de isolamento. Toda novidade lúdica é bem-vinda!

Para quem se interessar no jogo, é possível encontrar sites e vídeos com as regras. Parece complicado, mas uma vez que entende a dinâmica, fica bem divertido. Como as cartas são desenhadas, dá até para inventar novos jogos a partir delas.

Talvez um exercício legal seja criar sua própria brincadeira, seu próprio baralho... que tal? Vamos colocar esse material de desenho pra jogo!!!

Até a próxima! o/

terça-feira, 20 de março de 2018

Estampa - Zelda Breath of the Wild

Tô eu falando de Zelda de novo né... pra variar!
Na verdade, eu vou falar é de processo criativo, e qualquer coisa pode ser motivo para o despertar da produção. No meu caso, a inspiração veio desse jogo de videogame que é puro amor! Toda vez que jogo, sinto vontade de desenhar, pois o visual é incrível, os cenários e personagens maravilhosos...

Olha esse artwork! 

Num desses surtos de tietagem, fiz uma série de desenhos do personagem principal - Link - no sketchbook, mostrando algumas atividades dele durante as missões do jogo. Na época eu estava a todo vapor com as tirinhas do Casal Chan, daí usei mais ou menos o mesmo estilo simples pra desenhar. Foram despretenciosos, sem caráter de estudo, apenas por diversão e passatempo.

Desenhos feitos inspirados no jogo Zelda.

Ficou lá no sketchbook por meeeeses! Não sei se você faz isso, mas tenho costume de olhar meus desenhos antigos de tempos em tempos. Principalmente quando quero desenhar e estou sem inspiração. Ver os rabiscos antigos pode nos trazer alguma ideia nova, é importante guardar tudo.

Bom, seguindo com a história... Olhei novamente pros desenhos e pensei cá com meus botões: "Até que daria uma estampa legal se estivesse colorido." Então, desses quatro desenhos, escolhi um pra colorir digitalmente da maneira mais simples possível.

Colorização digital de um dos desenhos.

Fiquei em dúvida entre esse do paraquedas e aquele cozinhando. Acabei escolhendo o que gastaria menos tempo, pois estava num dia corrido! Em seguida, apliquei digitalmente o desenho em modelos de camisa e caneca pra testar a estampa. Gostei bastante do resultado.

Camisa e caneca com estampa do Link de paraquedas.

Costumo trabalhar com caricaturas e fanarts para produtos/presentes personalizados em casos de encomendas de ilustrações, raramente faço algo para uso pessoal. Foi bem legal! Vou colorir os outros desenhos também quando tiver um tempo livre, talvez adicionar alguma frase engraçadinha pra compor... Vamos ver, né! rs

Ah sim, agora vem a parte importante da história toda: assim como o jogo me inspirou pra fazer uma estampa, alguma coisa do seu universo pode te inspirar também. O processo criativo veio em etapas com intervalos de tempo bem distantes. Isto é, quando desenhei o personagem no sketchbook, não pensava naquilo como estampa de nada. Somente um segundo olhar para a produção que deu o estalo para transformá-la em um "produto".

Gostou, se interessou, tem alguma história parecida pra contar? Vamos trocar ideia aqui nos comentários! ;)

Abração e até a próxima! o/

sexta-feira, 9 de março de 2018

Art trade - Sheena Fujibayashi



Quanto tempo não rolava um art trade nesse Cappuccino, heim!

Dia desses, a Joyce (Caixola) me mostrou o processo de uma fanart que estava fazendo de uma personagem do jogo Tales of Symphonia. Não conhecia o jogo, muito menos a personagem, mas quando vi o rascunho, achei tão bonito e interessante que perguntei pra Joyce se por acaso poderia arte-finalizar em nanquim.

Pra minha felicidade, ela topou e disponibilizou o arquivo do rascunho, feito no Clip Studio Paint, para imprimir. Além disso, me enviou várias imagens do jogo e da personagem para que eu tivesse referência visual, e ainda contou um pouco da história pra me situar no universo do jogo. <3 p="">

Sheena e Corrine - fanart Tales of Symphonia
Por: Joyce Carmo

Me amarro em processos assim! É um exercício bem legal poder finalizar um desenho que a gente não fez, sabe? Quando o desenho é nosso, ao cometer um deslize, podemos fingir que foi intencional, ficar por isso mesmo, mas desta forma não crescemos; quando o desenho não é nosso, a atenção aumenta e o erro se torna um incômodo, e com ele aprendemos a ser mais cuidadosos e certeiros.

Após algumas horas na mesa de luz, o resultado foi este:

Desenho finalizado em nanquim

Eu não fazia nada neste estilo há um bom tempo! Gostei de poder desenferrujar e contribuir com uma etapa do processo, e de descobrir que minhas canetas ainda não secaram. Imprimi o rascunho em papel A4 e nas linhas usei pontas 0.3 e 0.8, preenchendo as áreas maiores com uma brushpen.

Já fez algo assim antes?
Deixa um comentário contando sua experiência. ;)

Até a próxima!

domingo, 30 de abril de 2017

Link de Zelda

Já jogou Zelda?
Desde criança escuto falar nos jogos dessa franquia, mas foi depois de velha que comecei a jogar de fato. Os jogos e o videogame são do Sr. Momotaro, mas a gente tem um esquema de "morreu, passa o controle" que costuma funcionar.

Até agora tive contato mais próximo com dois desses joguinhos para Nintendo Wii U: Zelda - The wind waker e Zelda - breath of the wild. É o mesmo universo, mas historinha e aventuras diferentes. A ambientação e a construção da narrativa são maravilhosas e os jogos conseguem ser bem imersivos. Quero dizer, o gráfico não é hiper-realista - e nem tem necessidade, mas a jogabilidade e a forma como a história é contada fazem com que a gente entre no jogo de maneira bem forte.

O personagem que normalmente controlamos no jogo se chama Link, um guerreiro cujo objetivo é salvar o reino de Hyrule de algum mal. Zelda é a princesa desse reino, amiguinha do Link. E essa explicação toda sobre o jogo é apenas para contextualizar um desenho que fiz recentemente em pastel oleoso.

Siiiim! Pastel oleoso de novo, galera! Estou viciada nesse material. Pra quem é ansioso, tem pouco tempo pra desenhar e gosta de finalizar o que começou, é perfeito. Tirei uma tarde dessas para pintar o Link com pastel oleoso. Como referência, usei o visual do jogo the wind waker.

Imagens de referência

Aí você junta uma caixa de pasteis oleosos, papel A3 e uma esteira de palha numa varanda e voilà. Combinação perfeita pra uma tarde de sábado (ou domingo, ou feriado, ou qualquer dia).

Processo

Algo que passei a apreciar bastante no uso de pastel oleoso é o acúmulo de camadas de pigmento e a marcação do gestual. Conseguimos deixar "rastros", isto é, podemos perceber a quantidade de tinta, de força e de velocidade empregada em uma área pintada observando o material sobre o papel.

Detalhes

Gosto também de como as cores se misturam. Na área verde tem mistura de alguns tons de azul e de amarelos, e no cabelo loiro do personagem usei quase todas as 36 cores do estojo. Sem dó! Acho que quanto mais misturas fazemos, mas interessante o resultado fica. O legal do pastel oleoso é que, se por acaso erramos uma cor, podemos raspar a área e começar de novo, oooou sobrepor camadas de outras cores como se nada estivesse acontecido. Visualmente o substrato (papel, tela, madeira) fica texturado, cheio de relevo.

A tinta a óleo também permite trabalhar com essas sobreposições de camadas e misturas, porém, devemos considerar o tempo para secar e o cheiro forte do diluidor. A vantagem do pastel oleoso, ao meu ver, é justamente a praticidade do imediato. Não preciso esperar nada secar e a alergia não ataca.

Resultado.

Considerando o bastão de pastel, quanto maior a área para se trabalhar, mais podemos desenvolver detalhes nos desenhos. Naquela visão aproximada lá em cima, vemos borrões de tinta, mas olhando afastado (de uma certa distância),  as cores se misturam. Fiquei feliz com o resultado.

Até a próxima! o/

segunda-feira, 26 de setembro de 2011

Rhythm Heaven - Glee Club

Ei galera!

A Suco chan (Caixola) e eu geralmente trabalhamos juntas em várias coisas, inclusive atividades da faculdade (Design - UFES) que exigem muita concentração. Um exemplo disso foi o trabalho que realizamos na disciplina de História e Concepção de Jogos, no qual tivemos que analisar a jogabilidade de dois games: God of War (Playstation 2) e Rhythm Heaven (Nintendo DS). Confesso, foi super divertido! xD

Algumas coisas que acontecem em sala de aula são (inevitavelmente) comentadas dentro do NIC. Essa análise de jogo foi um trabalho tão divertido que acabou virando assunto de conversa lá no Núcleo e tivemos que mostrar um dos jogos para nosso professor orientador. Apesar de jogar DS, ele não conhecia o Rhythm Heaven e se amarrou na fase do Glee Club.



Suco e eu no estilo de desenho usado no Glee Club

Seguindo essa proposta de jogo ritmado com bonequinhos carismáticos do coral, e com a ajuda do (querido) Processing, o nosso professor criou o Singing Nane, um joguinho de criar músicas por meio da seleção e combinação de notas musicais.

Essa aí foi a musiquinha que eu fiz pra colocar como toque do meu celular, mas ficou tão irritante depois de tocar "trocentas" vezes seguidas, que eu desisti da ideia.

Até a próxima o/

quarta-feira, 14 de setembro de 2011

Ladrões de Calcinhas

Ladrões de Calcinhas é um jogo de tabuleiro que a Suco e eu desenvolvemos ao longo deste mês na Disciplina de Tópicos Especiais em Design - Concepção e Design de Jogos. Esse jogo foi baseado nos personagens cômicos e pervertidos, tipo o Mestre Kame, de Dragon ball.

Objetivo
Quatro ladrões precisam roubar lingeries na vizinhança para vendê-las ao grande colecionador.


Esses são os 4 ladrões

O jogo termina depois que todos jogadores roubarem as casas do tabuleiro e alcançarem a casa do Colecionador. Daí, deverão fazer a contagem final dos pontos. Ganha quem tiver mais pontos. =D

O sistema de pontuação é definido pelas cartas no centro do tabuleiro. Essas cartas podem ser de sorte ou azar. Se forem de sorte, o jogador consegue pontos positivos com calcinhas, sutiãs, segredos da vitória, etc; se forem de azar, aparecerá pontos negativos ou nulos: cuecas, polícia, cão de guarda...


Tabuleiro montado, no meio de uma partida!

Espero que tenha gostado e queira jogar qualquer dia.
Até a próxima! o/